DUQUE DE CAXIAS - LOCAIS ONDE NASCEU, ESTUDOU, VIVEU E FALECEU.

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Porto da Estrela onde Caxias nasceu, próximo ,em dia 25 de ago 1803, dia consagrado a São Luiz. No Maranhão, capital São Luiz ele comandaria a sua 1ª ação pacificadora. O Porto da Estrela, estratégico na época, articulava as comunicações do Rio -P,orto da Estrela, via marítima, com Petrópolis e Vassouras, via terrestre. Daí foi que em realidade, partiu Caxias em direção a Vassouras para pacificar Minas em 1842. (Fonte: RUGENDAS. Viagem Pitoresca).

Vista da Fazenda São Paulo, no Taquaruçu, próximo da Vila Estrela onde Caxias nasceu em 25 ago 1803, data hoje consagrada como o Dia do Soldado. Depois de o local ser recuperado do casario que fora construído no local, foi transformado em Parque Histórico Duque de Caxias, aos cuidados de seu município natal - Duque de Caxias. (Foto: CARVALHO, Afonso de. Caxias.)

 

- Locais ligados a meninice, adolescência e juventude de Caxias:

A: Campo de Santana. B: Quartel do Campo, atual PDC. C: Igreja de Santana (atual Central do Brasil) D: Seminário São Joaquim onde Caxias estudou de 1809 à 1817 como cadete. (atual D. Pedro II). E: Rua das Violas onde Caxias morava F: Convento de São Bento. G: Escola Militar do largo do São Francisco onde Caxias estudou 1818 - 21. H: Paço Imperial. I: Ponta do Calabouço, local Real da Academia 1792 - 1810, onde estudou o pai de Caxias. J: Casa da futura esposa de Caxias. K: Largo do Roscio, atual praça Tiradentes ,usado pela Escola Militar como campo de "Manejo de Tropas"(Ordem unida). E local do teatro Real São João, onde Caxias assistiu, em 26 de fev 1821, com 18 anos, as cerimônias de juramento da Constituição de Portugal por D. João VI e os príncipes D.Pedro e D. Miguel. L: Largo da Carioca.

 

Aspecto da atual praça, então Campo de Santana, no início do século 18. Ao fundo o início das obras do Quartel do Campo de Santana, origem do atual Palácio Duque de Caxias. Este, foi parte do cenário de Caxias como menino, adolescente e jovem. No canto esquerdo, parte média, situava-se a casa paterna na rua das Violas, entre as atuais Mal Floriano e Av. Getúlio Vargas. O casario ,a esquerda ,era a parte mais densamente construída e povoada do Rio de Janeiro. (Fonte: Gravura antiga do Rio, cópia do autor).

Na pintura fiel e veraz de Rugendas, a paisagem humana e arquitetônica das imediações da rua das Violas, defronte as torres da igreja, à direita, na qual Caxias residiu criança, menino, adolescente e jovem. Visão do Mosteiro São Bento c. 1821 - 25. Na paisagem humana uma amostra do vestuário civil, militar e eclesiástico da época, bem como os das mulheres. (Fonte: RUGENDAS. Viagem pitoresca)

 

- Escola Militar do Largo do São Francisco onde Caxias cursou Infantaria, dos 15 aos 19 anos de 1818 - 21, por cerca de 4 anos, como cadete, alferes e tenente. Livros registro da Escola Militar contendo referências a Caxias foram microfilmados e indexados pelo Arquivo Histórico do Exército em 1985, depois de descobertos pelo Gen F. de Paula e Azevedo Pondé. (Fonte: BENTO et COUTINHO. Escolas de Formação de Oficiais da FFAA do Brasil. FHE - POUPEX).

Aspecto do Campo de Santana, em 1818, para as festas da Aclamação de D. João VI, rei do Brasil. Ao fundo, o Quartel do Campo de Santana, local do atual Palácio Duque de Caxias. Caxias, como cadete assistiu aos 15 anos as cerimônias e como aluno do convento São Joaquim (local do atual Colégio Pedro II). Fonte: Bento e Coutinho. Quartéis Generais das FFAA Brasil. FHE - POUPEX.

 

Palacete na Conde de Bonfim - Tijuca, residência oficial do Duque de Caxias por quase meio século. Foi demolido e em seu local foi construída a MESBLA - Tijuca, depois de ali funcionar por muitos anos o Colégio Lafayete. (Foto: Arquivo Nacional).

 

Escavações em 1980, no local do palacete onde viveu Caxias e família, para a construção do edifício da Mesbla Tijuca. (Foto: Do arquivo do autor).

Aspecto do Quartel General do Exército, em sua penúltima configuração, até o atual Palácio Duque de Caxias e, que passou por profundas reformas quando Caxias foi Ministro da Guerra por três vezes. À sua sombra, Caxias menino, assistiu a sua construção e nele viveu como solteiro, e mais tarde nele trabalhou como comandante das Armas da Corte, Conselheiro de Guerra e Ministro da Guerra. (Fonte: BENTO et COUTINHO. A Guarnição do Rio na Proclamação da República. FHE - POUPEX).

Fachada da Fazenda Santa Mônica, em Juparanã - Valença -RJ ,onde Caxias passou seus últimos 850 dias de vida ,em companhia de sua filha mais velha Luiza de Loreto e Baronesa de Santa Mônica, abaixo. Na sacada, Caxias em cadeira de rodas, passou muitas tardes contemplando a paisagem e a movimentação da fazenda. (Foto: Revista do Clube Militar . Maio 1980).

 

Na foto, nas duas últimas janelas, o quarto onde Caxias viveu seus últimos dias e onde faleceu na noite de 7 de maio 1880 cercado por familiares. Pelo portão ,abaixo, existia uma saída privativa, onde eram guardados os arreamentos de Caxias e de onde ele partia, até quando lhe foi possível, para seus passeios matinais a cavalo. (Foto do autor).

 

Vista da Fazenda Santa Mônica da margem direita do rio Paraíba, vendo-se, ao centro ,o enorme edifício principal da fazenda com 2 andares e ,no final, a direita, o quarto onde Caxias viveu seus últimos dias, tendo a frente de sua janela a bela vista do Paraíba. (Foto do autor em 1980).

 

Túmulo de Caxias e da Duquesa de Caxias, onde seus restos mortais permaneceram de 1880 - 1949, por 69 anos, até seu traslado para o Panteon defronte o atual Palácio Duque de Caxias, na praça Duque de Caxias. (Fonte: Revista Militar Brasileira, agosto 1935).

Busto em bronze de Caxias na AMAN, com placa aposta e aumentada abaixo, com os dizeres: "Soldados que tiveram o privilégio de conduzir os despojos do grande marechal: 1º RC - João Alves de Souza, José Ferreira da Silva, João Baptista de Sant'ana, Valentim Delphin do Amaral. 2º RA -Manoel Ferreira de Mello. 1º Btl Inf. Cândido Barbosa de Oliveira, Juvêncio Pereira da Serra, Anastácio José dos Santos. 7º Btl Inf. Alexandre Idalino Ferreira, 10º Btl Inf. José Talião Papa, Manoel Paula de Albuquerque, Tibúrcio Rodrigues Torres e Cb do 1º RC Francisco de Menezes". (Foto: Sgt Cunha, ESMAV - AMAN)